Com a passagem de ano, geralmente, vêm as resoluções para o novo ano. Promessas de idas ao ginásio, de acordar cedo e ser-se produtivo, de poupar dinheiro, de não comer fast food e de tantas outras coisas que, ao fim de quinze dias, ficam esquecidas e voltam a ser lembradas no final do ano, para serem prometidas novamente no início do ano seguinte. Por isso mesmo, este ano decidi não fazer grandes promessas e/ou pedidos, porque com o passar dos anos tenho percebido que, por muito que pleneemos o novo ano, as coisas nem sempre correm conforme o esperado e aquele que parecia ser o grande ano das nossas vidas, apesar de não ter sido o pior, foi apenas mediano. Foi o que me aconteceu com 2019.
2019 tinha tudo para ser o meu ano. Estava onde queria estar e com quem queria estar. Vivia na cidade onde me sinto bem e estudava na universidade que queria. E tudo isto se manteve até agora, o que, só por si, já é bom. Mas ao longo do ano fui perdendo pessoas que achava que seriam para a vida, da maneira mais dura possível; fui-me desiludindo com as atitudes e decisões que tomavam e fui entendendo, aos poucos, que talvez aquelas não fossem o tipo de pessoas que eu gostaria de ter ao meu lado. Aprendi que a culpa não é dessas pessoas e sim minha, porque fui eu quem colocou expetativas demasiado elevadas naaquelas pessoas e naquilo que elas estariam dispostas a fazer por mim, que, claramente, não foi equivalente ao que eu estaria disposta a fazer por elas. Foi duro, senti que me tinham tirado o tapete debaixo dos pés e achei que era eu quem era demasiado exigente no que toca às pessoas que tenho por perto. No entanto, da mesma forma que me tirou pessoas que achei que eram cruciais na minha vida, 2019 trouxe-me seres humanos incríveis que me mostraram que, talvez, não seja eu que sou exigente, mas sim que não tinha tido a sorte, ainda, de conhecer as pessoas certas para ter ao meu lado. No fim de contas, faço um balanço positivo do ano por ter mudado para uma casa melhor, por ter conhecido pessoas novas incríveis, por ter reforçado os laços com as minhas pessoas e por ter entrado no mestrado que queria. Os momentos negativos foram realmente muito negativos e pesam, talvez seja por isso que o ano foi uma montanha russa de emoções e que eu o considero mediano, mas não é por isso que deixo de estar grata a tudo aquilo que 2019 me trouxe de bom.
Começo 2020 a estudar para os exames e a fazer uma retrospetiva daquilo que foi o ano anterior. Tenho algumas metas bem definidas sobre aquilo que quero que aconteça nos próximos 12 meses, outras são um pouco mais abstratas (e talvez já sejam daquelas que vẽm de anos anteriores), mas não tenciono ficar sentada à espera que as coisas aconteçam. Sei bem o que quero e vou fazer tudo o que estiver a meu alcance para conseguir. Quero acabar o ano com o coração tão ou mais cheio como começo e poder dizer que foi um ano do c#$%&@o! Gostava de prometer que é este ano que corto de vez com a lactose, que tanto mal me faz, mas sei que é um processo que talvez demore mais do que 12 meses; no entanto, os 3L de água diários têm de ser uma realidade (as minhas pedras nos rins assim o ditam) e as pessoas que são tóxicas para mim têm de saltar fora, de vez. O resto vem com o tempo, o esforço e a dedicação. Que 2020 seja um grande ano, se não puder ser o melhor ano.
2019 tinha tudo para ser o meu ano. Estava onde queria estar e com quem queria estar. Vivia na cidade onde me sinto bem e estudava na universidade que queria. E tudo isto se manteve até agora, o que, só por si, já é bom. Mas ao longo do ano fui perdendo pessoas que achava que seriam para a vida, da maneira mais dura possível; fui-me desiludindo com as atitudes e decisões que tomavam e fui entendendo, aos poucos, que talvez aquelas não fossem o tipo de pessoas que eu gostaria de ter ao meu lado. Aprendi que a culpa não é dessas pessoas e sim minha, porque fui eu quem colocou expetativas demasiado elevadas naaquelas pessoas e naquilo que elas estariam dispostas a fazer por mim, que, claramente, não foi equivalente ao que eu estaria disposta a fazer por elas. Foi duro, senti que me tinham tirado o tapete debaixo dos pés e achei que era eu quem era demasiado exigente no que toca às pessoas que tenho por perto. No entanto, da mesma forma que me tirou pessoas que achei que eram cruciais na minha vida, 2019 trouxe-me seres humanos incríveis que me mostraram que, talvez, não seja eu que sou exigente, mas sim que não tinha tido a sorte, ainda, de conhecer as pessoas certas para ter ao meu lado. No fim de contas, faço um balanço positivo do ano por ter mudado para uma casa melhor, por ter conhecido pessoas novas incríveis, por ter reforçado os laços com as minhas pessoas e por ter entrado no mestrado que queria. Os momentos negativos foram realmente muito negativos e pesam, talvez seja por isso que o ano foi uma montanha russa de emoções e que eu o considero mediano, mas não é por isso que deixo de estar grata a tudo aquilo que 2019 me trouxe de bom.
Começo 2020 a estudar para os exames e a fazer uma retrospetiva daquilo que foi o ano anterior. Tenho algumas metas bem definidas sobre aquilo que quero que aconteça nos próximos 12 meses, outras são um pouco mais abstratas (e talvez já sejam daquelas que vẽm de anos anteriores), mas não tenciono ficar sentada à espera que as coisas aconteçam. Sei bem o que quero e vou fazer tudo o que estiver a meu alcance para conseguir. Quero acabar o ano com o coração tão ou mais cheio como começo e poder dizer que foi um ano do c#$%&@o! Gostava de prometer que é este ano que corto de vez com a lactose, que tanto mal me faz, mas sei que é um processo que talvez demore mais do que 12 meses; no entanto, os 3L de água diários têm de ser uma realidade (as minhas pedras nos rins assim o ditam) e as pessoas que são tóxicas para mim têm de saltar fora, de vez. O resto vem com o tempo, o esforço e a dedicação. Que 2020 seja um grande ano, se não puder ser o melhor ano.
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