Conheci-a em setembro de 2011 e foram os Escoteiros que nos juntaram. Demo-nos bem logo de início e sempre tivemos imenso em comum. Acredito mesmo que fomos irmãs gémeas em outra vida, de outra forma não consigo explicar esta harmonia de pensamentos, ideias e mesmo a forma de ser e agir. Se me perguntarem porque passámos anos sem falar, não sei responder, o motivo terá sido uma zanga de adolescentes que, hoje em dia, já não tem qualquer interesse.
O vício por Anatomia de Grey; o hábito de comer Pastéis de Nata com colher; o medo de furar as orelhas; o gosto pela escrita e pelo mundo dos blogues; a dedicação que entregamos a tudo aquilo que nos propomos; curso que queremos seguir na faculdade; a mania de roer as unhas que teve de acabar para podermos tê-las arranjadas; as situações de vida pelas quais passámos. Tanto em comum e, na maior parte das vezes, por mera coincidência.
Voltámos a pôr a conversa em dia há pouco tempo e, desde então, tem sido ela que me tem apoiado e motivado a dar continuação ao novo projeto a que dei vida no início do mês. O curioso no meio de tudo isto é que, mesmo tendo passado muito tempo (demasiado, na minha opinião) sem falar, as coisas continuam iguais, como se ainda ontem nos tivéssemos cruzado nos corredores da escola, como se não tivessem passado anos desde a nossa última conversa. E confesso que me sabe bem. Porque numa altura em que vejo pessoas a sair da minha vida constantemente, sem motivo aparente ou razão válida, ter alguém que decide regressar, só porque também lhe sabe bem, é reconfortante e faz-me acreditar que talvez eu nem seja assim tão má amiga como às vezes me sinto.
Voltámos a pôr a conversa em dia há pouco tempo e, desde então, tem sido ela que me tem apoiado e motivado a dar continuação ao novo projeto a que dei vida no início do mês. O curioso no meio de tudo isto é que, mesmo tendo passado muito tempo (demasiado, na minha opinião) sem falar, as coisas continuam iguais, como se ainda ontem nos tivéssemos cruzado nos corredores da escola, como se não tivessem passado anos desde a nossa última conversa. E confesso que me sabe bem. Porque numa altura em que vejo pessoas a sair da minha vida constantemente, sem motivo aparente ou razão válida, ter alguém que decide regressar, só porque também lhe sabe bem, é reconfortante e faz-me acreditar que talvez eu nem seja assim tão má amiga como às vezes me sinto.